Guilherme Pajé relembrou a obra do Maestro Nunes.

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No último dos 14 de setembro (2016) o universo musical perdeu um nome importante. Para os pernambucanos, particularmente, a perda foi maior. Foi justamente no Dia do Frevo que Maestro Nunes nos deixou, na direção da viagem sem volta.

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Na qualidade de um dos maiores conhecedores do autêntico ritmo pernambucano, o contemporâneo Guilherme Pajé, falou da  importância do músico para o frevo, assim como da sua relação com ele. Elencou, inclusive, as composições das agremiações locais que foram arranjadas pelo conceituado maestro. Veja o vídeo:

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