Lenda do Barão da Escada: ESSA, NEM PEDRO FERRER SABIA…

IMG_0922

No domingo (28) o Diário de Pernambuco estampou na sua coluna “curiosamente” histórias, mitos e lendas realçando o imaginário popular pernambucano. Com o título: Assombrações made in Pernambuco, o jornalista João Vitor Pascoal elencou elementos populares que estiveram presente na cabeça das pessoas no que diz repeito às assombrações.

Certamente  os mais velhos devem lembrar  da história da “Perna Cabeluda”,  que ganhou força na Região Metropolitana do Recife e que em 1976 os programas de rádio e TV da Capital chegaram encontrar até “vitimas” da temida perna que circulava atacando as pessoas.

IMG_0925

Pois bem, dentro deste imaginário popular pernambucano descobri que nossa cidade, Vitória de Santo Antão, também contribuiu para mais  este “patrimônio” estadual. Segundo reza a lenda o senhor Belmiro da Silveira Lins, Tenente-coronel da Guarda Nacional o primeiro Barão da Escada, ainda hoje anda por todo estado coberto com lençol ensopado de sangue.

Para quem não sebe, o Barão da Escada foi morto na maior refrega política já ocorrida em nossa terra. O fato ocorreu no dia 27 de junho de 1880 na Igreja do Rosário. O Evento sangrento ficou catalogado na história da cidade como:  A HECATOMBE DA VITÓRIA.

Pois bem, com relação ao evento histórico muita gente na cidade tem conhecimento e detalhes. Mas com relação à lenda do Barão da Escada, apesar de ser um curioso da história da cidade, confesso, nunca havia escutado essa história, aliás, vou mais além: ESSA,  NEM O PRESIDENTE DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DA VITÓRIA, PROFESSOR PEDRO FERRER, SABIA…

Esta entrada foi publicada em Editorial. Adicione o link permanente aos seus favoritos.

2 respostas a Lenda do Barão da Escada: ESSA, NEM PEDRO FERRER SABIA…

  1. Pedro Ferrer disse:

    Realmente. Desconheço a história de assombração do Barão da Escada, vítima na Hecatombe do Rosário. Parabens pelo furo, Pilako.

  2. CLAVIO DE MELO VALENCA FILHO disse:

    A lenda é descrita por Gilberto Freyre, em Assombrações do Recife Velho, de 1955. Muito interessante, o livro regata o papel das lendas das como parte da história íntima do Recide e arredores.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *