
Sou um instrumento de percussão e não uma religião.
Pareço com um reco-reco e sou usado em cerimônias com cantos e danças.
Infelizmente, no Brasil, utilizam o meu nome de forma pejorativa e estigmatizante, com o objetivo de ofender as religiões de matriz africana.
Associam o meu nome a “feitiços” ou “magias”, reforçando o preconceito e o racismo religioso no país.
Nada disso é verdade.
Agora você já sabe: o meu nome está ligado à música e à espiritualidade, afinal axé e amor se misturam.
As diferenças se abraçam.
Isso é RESPEITO.
Religiões de matrizes africanas não existem para praticar o mal.
O único mal que as persegue é o preconceito.
Desejo a todos um ótimo dia 21 de janeiro, o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa.
Muito axé! 🙌🏽
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