A grande obra

A reportagem exibida pela Rede Globo no último sábado (20) no NETV foi muito importante, para nós vitorienses, não só pelo viés da cobrança, mas sim, pelo caráter do registro histórico. É lamentável que ainda tenhamos de suportar determinadas práticas políticas com data de validade vencida onde subestima-se a capacidade das pessoas raciocinarem.

Muito bem, a Prefeitura buscou, não sabemos de onde, para tentar explicar, o inexplicável, o senhor Secretário de Infraestrutura, Rivaldo Melo. As obras não começaram em abril, como ele falou, e sim, em outubro de 2010, com relação as mudanças por várias vezes do projeto inicial, apenas reflete o “princípio eleitoreiro” de se causar impacto nos resultados das eleições sem se preocupar com os princípios norteadores da administração pública. Para encerrar, em nada altera, aquilo que pensa este editor sobre a lenga-lenga da matriz, que aliás, o prazo previsto pelo o pré-posto do prefeito fica dentro daquilo que já publicamos, que a obra da praça da matriz vai ser capitalizada politicamente para duas eleições.

Segundo o calendário político implantado pela velha raposa política Dr Ivo Queiroz, de quem Elias e Aglailson foram bons alunos, em ano pré-eleitoral até o final de setembro, a grande obra é “comprar pessoas” com cargos na maquina pública, de preferência do grupo opositor, expediente também usado por Aglailson na era do Governo que Faz.

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