Por ocasião da recente reforma ocorrida na Praça Diogo de Braga, o entorno da mesma, antes com sinalização proibindo o estacionamento de veiculo, hoje, encontra-se sem nenhuma placa de trânsito. Os motoristas, claro, aproveitando-se do “cochilo” dos técnicos da AGTRAN estão economizando, pois ao invés de pagar a chamada “zona azul” estão deixando seus veículos na chamada “zona esquecida”.
A AGTRAN, órgão que foi o criado com o objetivo de cuidar das coisas relativas ao trânsito da nossa cidade, no que diz respeito à rápida e eficiência prestação de serviço à comunidade, parece trabalhar em rotação “sonolenta”. Já com relação ao sistema de arrecadação financeira atua diferente bem diferente.
À mobilidade urbana, em função do constante aumento da frota de veículos nas ruas, das cidades brasileiras, tornou-se algo imperativo. A qualidade de vida das pessoas está intrinsecamente vinculada ao trânsito, quer seja nos deslocamentos individual ou coletivo. Apesar de alguns avanços pontuais, até porque não existia praticamente nada na cidade nessa área, a atual direção da AGTRAN sairá de cena com saldo negativo, claro, no que diz respeito à boa prestação de serviço à cidade.

