Estive na noite de ontem (09), mais uma vez, na Arena Pernambuco. E volto a dizer: um espetáculo. Por mais que torcedores – do tipo analista extracampo – insistam na tese que após a Copa do Mundo 2014, o belo estádio virará um Elefante Branco, na minha opinião é furada.
O mundo globalizou-se, o Brasil avançou e o Nordeste vem mudando a passos largos, não podemos aceitar, na linha da razoabilidade, que uma partida de futebol, independente de quem esteja jogando, paralise uma cidade.
Os jogos realizados no meio de semana no Recife, sobretudo nos Aflitos, se configurava em um verdadeiro caos para as pessoas que nada tinham haver com o futebol, para ficar só na questão mobilidade. O futebol pernambucano, ao longo do tempo, transformou-se em um produto muito rentável e para expandir seus lucros precisa melhorar a qualidade nos seus serviços.
Já com relação ao espetáculo futebolístico que o alvirrubro pernambucano deveria ter apresentado ontem (09) para os seus torcedores no magnífico estádio, ficou por conta do Alvinegro Carioca, sobretudo para jogador holandês SIDOF, vê-lo tocar na bola justificou o ingresso. Um craque de bola.
Pois bem, independente do resultado no campo, está partida, para mim, teve um sabor especial. Por ocasião da exibição de alguns torcedores no telão do estádio, pude observar a presença de uma pessoa querida que ha tempo não a encontrava.
Pois bem, após dar conta que o meu primo Luciano Mariano se encontrava na torcida do Náutico, fiz questão de apresentar meu filho Gabriel à ele e dar-lhe um abraço apertado. Luciano, é o filho mais novo de Tio Luis Mariano, irmão mais velho de papai, que diferente do pai, sempre morou fora da Vitória, apesar de ter suas raízes fincada na Terra de Mariana Amália.
Sendo assim, mesmo com mais uma derrota dentro do campo, podemos dizer, como torcedores do Náutico, Luciano e eu, saiamos da Arena Pernambuco, com um sabor de Vitória, pois rever pessoas queridas é sem sombra de dúvida fazer um gol de placa.

