{"id":107945,"date":"2017-12-05T17:11:43","date_gmt":"2017-12-05T19:11:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.blogdopilako.com.br\/wp\/?p=107945"},"modified":"2017-12-05T17:11:43","modified_gmt":"2017-12-05T19:11:43","slug":"de-olho-na-historia-cunha-e-os-sertoes-de-conselheiro-por-wedson-garcia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.blogdopilako.com.br\/wp\/2017\/12\/05\/de-olho-na-historia-cunha-e-os-sertoes-de-conselheiro-por-wedson-garcia\/","title":{"rendered":"De olho na hist\u00f3ria: Cunha e Os Sert\u00f5es de Conselheiro \u2013 por Wedson Garcia."},"content":{"rendered":"\n\t\t\t\t<div class=\"mr_social_sharing_wrapper\">\n\t\t\t\t<!-- Social Sharing Toolkit v2.2 --><span class=\"mr_social_sharing_top\"><span style=\"display: inline-block; width: 55px; height: 62px; overflow: hidden;\"><div class=\"fb-like\" data-href=\"https:\/\/www.blogdopilako.com.br\/wp\/2017\/12\/05\/de-olho-na-historia-cunha-e-os-sertoes-de-conselheiro-por-wedson-garcia\/\" data-send=\"false\" data-layout=\"box_count\" data-width=\"55\" data-show-faces=\"false\"><\/div><\/span><\/span><span class=\"mr_social_sharing_top\"><fb:share-button type=\"box_count\" href=\"https:\/\/www.blogdopilako.com.br\/wp\/2017\/12\/05\/de-olho-na-historia-cunha-e-os-sertoes-de-conselheiro-por-wedson-garcia\/\"><\/fb:share-button><\/span><span class=\"mr_social_sharing\"><a rel=\"nofollow\" class=\"linksalpha_button linksalpha_link\" href=\"\/\/www.linksalpha.com\/social\/mobile\" data-url=\"https:\/\/www.blogdopilako.com.br\/wp\/2017\/12\/05\/de-olho-na-historia-cunha-e-os-sertoes-de-conselheiro-por-wedson-garcia\/\" data-text=\"De olho na hist\u00f3ria: Cunha e Os Sert\u00f5es de Conselheiro \u2013 por Wedson Garcia.\" data-desc=\"A batalha mais ingl\u00f3ria do Ex\u00e9rcito brasileiro tinha sido vencida. Canudos talvez estivesse destinado a ser enterrado em cova rasa na vala comum da hist\u00f3ria, n\u00e3o fosse o fato de a expedi\u00e7\u00e3o de Arthur Oscar ter sido acompanhada por um rep\u00f3rter do jornal O Estado de S. Paulo, que transformou\" data-image=\"http:\/\/www.blogdopilako.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/xx2.png\" data-button=\"none\">\n\t\t\t\t\t<img src=\"\/\/www.linksalpha.com\/images\/social_share_button.png\" alt=\"Share\" class=\"linksalpha_image\" \/>\n\t\t\t\t\t<\/a><script type=\"text\/javascript\" src=\"\/\/www.linksalpha.com\/scripts\/loader_iconbox.js?v=2.4\"><\/script><\/span><\/div><p><a href=\"http:\/\/www.blogdopilako.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/xx2.png\"><img loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-107948\" src=\"http:\/\/www.blogdopilako.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/xx2.png\" alt=\"\" width=\"549\" height=\"351\" srcset=\"https:\/\/www.blogdopilako.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/xx2.png 549w, https:\/\/www.blogdopilako.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/xx2-300x192.png 300w\" sizes=\"(max-width: 549px) 100vw, 549px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">A batalha mais ingl\u00f3ria do Ex\u00e9rcito brasileiro tinha sido vencida. Canudos talvez estivesse destinado a ser enterrado em cova rasa na vala comum da hist\u00f3ria, n\u00e3o fosse o fato de a expedi\u00e7\u00e3o de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Arthur Oscar<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> ter sido acompanhada por um rep\u00f3rter do jornal <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">O Estado de S. Paulo, <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">que transformou Canudos numa Troia sertaneja e imortalizou Ant\u00f4nio Conselheiro ao escrever <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Os sert\u00f5es, <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">talvez o maior cl\u00e1ssico da literatura brasileira.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Engenheiro formado pela Escola Militar da Praia Vermelha, sob forte influ\u00eancia positivista, Euclides Pimenta da Cunha (1866-1909) era um republicano convicto que acreditava que uma literatura engajada e de combate, elaborada com paci\u00eancia, meticulosidade e ci\u00eancia, poderia ajudar a construir um pa\u00eds melhor. Nesse sentido, e em v\u00e1rios outros, a obra liter\u00e1ria desse matem\u00e1tico formado em ci\u00eancias f\u00edsicas e naturais e que, paralelamente, decidira seguir tamb\u00e9m a carreira jornal\u00edstica, nada tinha a ver com a \u201cRep\u00fablica das Letras\u201d da rua do Ouvidor, caracterizada por seu preciosismo gramatical, seu dandismo, sua arrog\u00e2ncia tipicamente <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">belle \u00e9poque. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">Talvez justamente por isso, Euclides tenha passado a noite anterior ao lan\u00e7amento de seu primeiro livro, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">O Sert\u00f5es<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, corrigindo, com um canivete de pena, um a um, nos mil exemplares da primeira edi\u00e7\u00e3o, os 80 erros que encontrara na obra. Tamanha meticulosidade seria plenamente recompensada: ao ser lan\u00e7ado pela respeitada editora carioca <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Laemmert, <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">em 11 de dezembro de 1902, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Os Sert\u00f5es <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">tornou-se, literalmente da noite para o dia, um estrondoso sucesso.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Embora cinco anos j\u00e1 houvessem passado desde os sangrentos e amedrontadores acontecimentos de Canudos, o epis\u00f3dio tinha permanecido vivo na mem\u00f3ria nacional. Al\u00e9m de possuir todos os ingredientes necess\u00e1rios para um grande romance: o car\u00e1ter \u00e9pico, as tens\u00f5es dram\u00e1ticas, as derrotas militares, uma insurrei\u00e7\u00e3o de miser\u00e1veis; o livro fora escrito em estilo inovador e marcante. Recendia a terra e sangue, era agreste e desconhecido como o pr\u00f3prio sert\u00e3o; era espantosamente real.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m disso, apresentava aos brasileiros letrados um Brasil que eles jamais tinham visto, suposto ou tentado entender. A sinceridade, o tom quase hom\u00e9rico, as peculiaridades verbais de Euclides, \u201cele escreve como com um cip\u00f3\u201d, diria Joaquim Nabuco, tornaram sua prosa uma febre nacional. A primeira edi\u00e7\u00e3o logo se esgotou e muitas outras se seguiram. Um s\u00e9culo depois, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Os Sert\u00f5es <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">permanece t\u00e3o admir\u00e1vel quanto no primeiro dia.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00a0\u00a0Euclides da Cunha nasceu em Cantagalo, no Rio de Janeiro, em novembro de 1866. Impossibilitado de continuar pagando a Escola Polit\u00e9cnica, transferiu-se para a Escola Militar da Praia Vermelha, que era gratuita. Tornou-se aluno de Benjamim Constant e, como tantos de seus pupilos, \u201cconverteu-se\u201d ao positivismo. Em 04 de novembro de 1888, quando o ent\u00e3o ministro da Guerra, Tom\u00e1s Coelho, visitava a escola, Euclides, abolicionista e republicano radical, saiu da forma\u00e7\u00e3o e jogou o sabre no ch\u00e3o. Foi preso e expulso da escola, mas ficou t\u00e3o famoso por causa da ousadia que acabou sendo contratado para escrever no jornal <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">O Estado de S. Paulo.<\/span><\/i><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Com a proclama\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica, seria lembrado como o intr\u00e9pido \u201cestudante da baioneta\u201d e, por ordem do pr\u00f3prio Deodoro, voltou \u00e0 Escola, onde se formou em engenharia militar, matem\u00e1tica e ci\u00eancias f\u00edsicas e naturais. Em agosto de 1896, Euclides j\u00e1 era capit\u00e3o quando uma nova puni\u00e7\u00e3o, provocada pelo radicalismo de seus artigos em <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">O Estado<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, o levou a desistir de vez da carreira militar e a se reformar. Ap\u00f3s um ano exato, J\u00falio Mesquita, diretor do jornal, decidiu envi\u00e1-lo como rep\u00f3rter para o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">front<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, em Canudos. No dia 14 de agosto, com a tropa do Marechal Carlos Bittencourt, Euclides partiu para Salvador. Chegou a Canudos em 16 de Setembro, apenas seis dias antes da morte de Conselheiro. <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Os ideais rom\u00e2nticos de Euclides morriam junto com os quatro derradeiros sertanejos de Canudos. De volta a S\u00e3o Paulo, decidiu escrever seu \u201clivro vingador\u201d. Ele o fez \u00e0 margem do rio Pardo (S\u00e3o Paulo), onde passou tr\u00eas anos supervisionando a constru\u00e7\u00e3o de uma ponte. L\u00e1, numa cabana de teto de zinco, \u00e0 sombra de uma paineira, nasceria um dos mais extraordin\u00e1rios livros da hist\u00f3ria da literatura brasileira: um texto primoroso capaz de decifrar os mist\u00e9rios e os horrores brasileiros que, passado mais de um s\u00e9culo, o Brasil, de certa forma, segue ignorando.<br \/>\n<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Euclides da Cunha morreu em agosto de 1909, assassinado com 4 tiros disparados por um rev\u00f3lver calibre 38. O assassino era Dilermando de Assis, amante de sua esposa que alegou leg\u00edtima defesa e foi absolvido nos tribunais por duas vezes. Passados 108 anos, a morte de Euclides continua a despertar \u00f3dios e paix\u00f5es. De um lado, os que pregam que ele foi assassinado covardemente no jardim. De outro, os que defendem que Dilermando agiu em leg\u00edtima defesa ao disparar contra o escritor, quando ele ainda estava dentro de sua casa. Euclides se foi, sua obra, por\u00e9m, \u00e9 imortal.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><a href=\"http:\/\/www.blogdopilako.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/Captura-de-Tela-2017-11-28-a\u0300s-12.56.52.png\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-107742 alignleft\" src=\"http:\/\/www.blogdopilako.com.br\/wp\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/Captura-de-Tela-2017-11-28-a\u0300s-12.56.52.png\" alt=\"\" width=\"210\" height=\"252\" \/><\/a>Wedson Garcia<\/strong> \u00e9 Ator, diretor, produtor cultural, professor e fundador do N\u00facleo de Pesquisa C\u00eanica de Pernambuco. Bacharel em administra\u00e7\u00e3o pela Faculdade Metropolitana do Recife e atualmente estudante do curso de Licenciatura plena em hist\u00f3ria da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)<\/p>\n\n\t\t\t\t<div class=\"mr_social_sharing_wrapper\">\n\t\t\t\t<!-- Social Sharing Toolkit v2.2 --><span class=\"mr_social_sharing_top\"><span style=\"display: inline-block; width: 55px; height: 62px; overflow: hidden;\"><div class=\"fb-like\" data-href=\"https:\/\/www.blogdopilako.com.br\/wp\/2017\/12\/05\/de-olho-na-historia-cunha-e-os-sertoes-de-conselheiro-por-wedson-garcia\/\" data-send=\"false\" data-layout=\"box_count\" data-width=\"55\" data-show-faces=\"false\"><\/div><\/span><\/span><span class=\"mr_social_sharing_top\"><fb:share-button type=\"box_count\" href=\"https:\/\/www.blogdopilako.com.br\/wp\/2017\/12\/05\/de-olho-na-historia-cunha-e-os-sertoes-de-conselheiro-por-wedson-garcia\/\"><\/fb:share-button><\/span><span class=\"mr_social_sharing\"><a rel=\"nofollow\" class=\"linksalpha_button linksalpha_link\" href=\"\/\/www.linksalpha.com\/social\/mobile\" data-url=\"https:\/\/www.blogdopilako.com.br\/wp\/2017\/12\/05\/de-olho-na-historia-cunha-e-os-sertoes-de-conselheiro-por-wedson-garcia\/\" data-text=\"De olho na hist\u00f3ria: Cunha e Os Sert\u00f5es de Conselheiro \u2013 por Wedson Garcia.\" data-desc=\"A batalha mais ingl\u00f3ria do Ex\u00e9rcito brasileiro tinha sido vencida. 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