E ninguém vai dá um pio?

No dia de ontem (04) recebi, via redes sociais, dois vídeos atinentes ao ocorrido na Avenida Mariana Amália. Os vídeos mostram uma confusão envolvendo funcionários contratados pela prefeitura e um vendedor ambulante. Infelizmente não posso narrar o ocorrido, de maneira fiel, pelo fato de não estar no local na hora do problema.

Infelizmente ainda somos obrigados a assistir cenas desta natureza em pleno século 21. A luta corporal nos remete à idade média. É bem verdade que em casos de desobediência às Leis e a ordem pública, na atual conjuntura, deve-se chamar a Polícia para solucioná-la,   até porque, a Constituição Federal lhes assegura o direito de usar a FORÇA, quando assim se fazer necessário.

É preciso também nesta hora de comoção geral, se ter muita calma para não se cometer   mais excessos. Nas cidades, cujo as regras, nas questões de ordem pública são claramente  definidas também acontecem tentativas de transgressão. Imagina então aqui em Vitória, cujo as regras mudam constantemente por conta do CALENDÁRIO ELEITORAL?

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Se voltarmos um pouco a “fita” do tempo, poderemos lembrar, sem maiores dificuldades que, meses atrás, quando Elias e Aglailson estavam em plena campanha política, e que portanto, queriam passar a imagem de “BONZINHOS”, tudo era permitido, inclusive se usar as calçadas para negociar mercadorias, valendo salientar, sem que os mesmo ainda  pagassem algum tributo à municipalidade, configurando-se assim, um crime, tipificado,  como renúncia fiscal.

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Todos nós sabemos que na nossa cidade os lideres políticos usam constantemente os comerciantes ambulantes, assim como, outras categorias, a exemplo dos mototaxistas, como MASSA DE MANOBRA, apenas para editarem e reeditarem suas POLITICAS  CARCOMIDAS, modelo aliás, com data de validade vencida.

Sendo assim, o triste acontecimento de ontem (04), cenas aliás, já ocorrida em outra ocasião, exaustivamente usadas pela TV local, coincidentemente aconteceram no mesmo momento em que a TV Vitória está voltando a funcionar depois de passar um  período, digamos,  “cochilando”.

Independente de coincidência ou não, o Prefeito Elias Lira é obrigado a vir a público para dar as devidas explicações, até porque, a força e até as agressões usadas, no lamentável acontecimento, aparentemente partiram dos seus representantes, e que portanto, é de sua inteira  responsabilidade.

A Câmara de Vereador da Vitória, deveria acionar a sua comissão de direitos humanos, se é que existe, para denunciar este absurdo ocorrido em plena via pública. A Seccional da OAB da nossa cidade, precisa dizer que está viva, e também vir a público repudiar estas cenas que reeditam os tempos de chumbos vividos por todos brasileiros. Os deputados, Henrique Queiros e Aglailson Jr precisam usar a tribuna da Assembleia Legislativa para denunciar a truculência dos funcionários da Prefeitura da Vitória para cobrar apuração rigorosa.

Enfim, este lamentável fato não poderá cair no esquecimento sem que os culpados sejam punidos, sejam eles quem for. Nossa cidade está precisando viver um novo tempo.

Para encerrar, me apropriarei da frase que constava no cabeçalho do jornal O LIBERAL VICTORIENSE, editado em nossa cidade em 1869 pelo conterrâneo Gomes Silvério que dizia: “QUANDO A LIBERDADE  PERIGA, TODO CIDADÃO DEVE SER UM REVOLUCIONÁRIO”.

Pessoas são obrigadas a caminhar na rua.

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Recentemente, mais precisamente no mês de abril, a “nova” gestão do Governo de Todos  anunciou a retomada dos chamados Mutirão da Limpeza. Apenas para refrescar a memória do amigo internauta este “programa” foi lançado na pré-campanha no ano passado.

Muito bem, como todos já estão “carecas” de saber toda vez que o prefeito Elias Lira começa uma gestão ele “PUXA O FREIO DE MÃO ADMINISTRATIVO”. Em algumas ocasiões ele botou  a culpa nos outros, a chamada HERANÇA MALDITA.  Como atualmente ele tem que “engolir” calado prefere fazer de conta que está tudo as mil maravilhas.

Independente de qualquer coisa, o quer fato, é que esse tal Mutirão da Limpeza é mais uma  enganação promovida pela atual administração.

Na tarde de hoje (05), por exemplo, nossas lentes registraram na Rua 14, principal acesso ao populoso bairro da Bela Vista, indo pelos Borges, a maior esculhambação.

A calçada não existe mais, o mato já está com mais de metro. Os transeuntes, que não são  poucos, até porque aquela via é uma das mais movimentada do bairro, precisam dividir as  ruas com os veículos, tendo que contar com toda sorte do mundo para não  ser atropelados.

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Portanto, fica aqui registrado mais uma vez, que esse tal de Mutirão da Limpeza, pode até ser uma ação proveitosa, mas só deve funcionar mesmo,  nas vésperas das eleições.

Internauta comenta sobre a possível mudança da Feira Livre da Vitória

“Não sou a favor que prejudiquem nenhum feirante de nossa cidade pois é dali que tiram seus sustentos, mas que a feira deve ser organizada isso sim, sempre fico imaginando se acontecer um incêndio como o carro de bombeiros irá apagar o fogo?
Devem organizar a feira e o trânsito tbm que é um terror.
O que fazem o mercado de farinha, de carne , e tantos outros seculares? estão lá caindo aos pedaços, pq não os restauram e colocam eles pra funcionar outra vez??
Mas antes de tirar feira devemos pensar tbm nos pobres que precisam dela. ok.”

Cristiane

AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE A FEIRA LIVRE DA VITÓRIA.

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Conforme anunciado, aconteceu ontem (04) as 11h, no auditório do Ministério Público da nossa cidade a Audiência Pública relacionada com a FEIRA LIVRE da Vitória. Com uma bom número de feirantes presentes, Promotora de Justiça, representantes dos  poderes Executivo e Legislativo Municipais, imprensa e pessoas em geral, a reunião foi realizada na mais perfeita ordem.

Antes de adentrar propriamente no conteúdo debatido, gostaria apenas de fazer um  registro. Em praticamente todas as intervenções orais dos participantes da referida Audiência, ficou evidenciado o que nós, aqui pelo blog, insistentemente, estamos a  denunciar, ou seja: A total ESCULHAMBAÇÃO E BAGUNÇA no nosso Centro Comercial. Sem exceção, todos apontaram apenas para um culpado: A PREFEITURA.

Muito bem, a Dra Vera Rejane, Promotora de Justiça de nossa Comarca,  conduziu os trabalhos de  forma serena. Em todo momento falava na importância de se ter um cadastro dos feirantes para que esses, em algum momento do processo não venham a ser penalizados. Oportunizou todas as partes a se pronunciar, assim como escutou a  atentamente todas as colocações.

O Poder Legislativo foi  representado, neste ato,  pelos Vereadores Edvaldo Bione,  Sandro da Banca e Toninho. O Médico Bione destacou também a importância da participação de uma representação da feira no comando dos serviços relativos ao  cadastramento dos mesmos. Falou  também que o Prefeito Elias Lira está impossibilitado de levantar o discurso da famosa HERANÇA MALDITA, já que “pegou” a prefeitura dele mesmo. Bione ainda falou, caso, de fato venha acontecer a transferência da Feira Livre,  deve-se promover uma ajuda de custos de pelo período de   três meses para os relocados.

Um dos que se apresentaram como representantes do feirantes, o amigo BIRA, falou da necessidade de mudança da feira livre da Vitória, mas, ao mesmo tempo indagou a todos:  “onde vão colocar a feira livre da Vitoria?” Falou também da sua vivência no ramo da feira. Ao final, o amigo BIRA, ressaltou  as dificuldades de uma mudança de local de feira para os feirantes.

Os representantes da Prefeitura presentes à Audiência foram os Secretários Executivos Demetrius Ribeiro, Hildebrando Lima e Marcos Silva, este último, quando usou da palavra, falou com um certo conhecimento da Feira de Caruaru, já na questão da feira da Vitória, pouco acrescentou. Ainda segundo o secretário, afirmou ter acontecido uma reunião com o Vice-governador, João Lyra Neto, para a viabilização de uma área. Demétruis Ribeiro preferiu não se pronunciar. Já Hildebrando Lima, quando usou da palavra, fez mais perguntas do que esclarecimentos.

Na fala do senhor Rogério, morador da Rua Estevam Cruz, inclusive, um dos mais prejudicados, isso porque, possui familiar idoso morando na sua casa. Lamentou ter o seu direito de ir e vir bloqueado. já na relação com os feirantes, foi contundente: “ninguém aqui, morador, é contra feirante”. Disse também: “a prefeitura tem agir”.

O representante do Corpo de Bombeiros relembrou do  incêndio ocorrido recentemente em um Supermercado na Praça 13 de Maio. disse ele: “por sorte, ocorreu de madrugada”. Falou também na questão dos hidrantes e foi categórico na necessidade na mudança do local da feira.

No decorrer da semana iremos postar outros vídeos com a fala de outros feirantes, como também alguns comentários relacionados com o tema.

Bichos nas ruas: depois de muita cobrança as coisas começam a melhorar

Mesmo após os serviços de fiscalização e recolhimento de animais, realizados pela Prefeitura da Vitória, ter dado uma significativa melhorada em alguns pontos, ainda é possível  encontrar animais perambulando pelas vias públicas.

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Ontem (03) mesmo encontramos no início da tarde, em dois pontos diferentes, um burro e um boi. O equino na Rua Dr José Rufino, nas proximidades do Viaduto do Cajá, já o bovino no canteiro do Posto São Paulo, localizado às margens da Avenida Henrique de Holanda.

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Mudar alguns hábitos da população nunca foi, e nunca será, uma tarefa fácil. Criar animais no quintal de casa, para ajudar nas despesas pode um dia ter sido “normal”. Nos dias de hoje, onde regras e conceitos vem mudando rapidamente, criar animais em zona urbana já não é aconselhável. A retirada dos bichos nas ruas foi uma BANDEIRA levantada por nós, aqui pelo blog, que muitos acharam ruim, mas que hoje estão sentindo que com um “apertinho” as coisas, mesmo de maneira lenta, se modificam.

Portanto, mesmo a contragosto serei obrigado a abrir a “jaula do Elias” e zerar nosso contador, que diga de passagem, foi a primeira vez, desde que começamos a monitorar, que ultrapassou os dez dias sem flagráramos os BICHOS NAS RUAS.

Lixo nas calçadas: Máquina administrativa travada…

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No início da tarde de ontem (03) nossas lentes flagraram, em uma das calçadas da Rua Melo Verçosa, uma grande quantidade de lixo, de maneira tal que as pessoas eram obrigadas a caminhar na rua.

Já estamos no 6º  mês de atuação da “nova” gestão do Governo de Todos e até agora a administração não ENGRENOU. Recentemente postamos matérias realçando para o “desmonte administrativo” ocorrido em nossa cidade.

Mesmo a “boca miúda”, um dos assuntos mais comentado na cidade está relacionado a humilhação, a que tem passado os funcionários contratados pela municipalidade. Eu mesmo, já entrei em uma “quotinha” para sanar despesas funcionais, antes pegas pela Prefeitura.

Lixo no centro comercial, mato dando no meio da canela nas praças, pessoas reclamando que foram descartadas do quadro de funcionários da Prefeitura porque não se tem dinheiro e… etc. Acho até que caberia uma pergunta: finalmente para onde está indo o dinheiro da Prefeitura?  Já que não existe grandes obras sendo realizadas. Muito pelo contrário as coisas estão paradonas…

Internauta fala do papel do agente de trânsito.

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Recebemos do internauta Bruno Silva, uma mensagem contento comentários falando do papel de um agente de trânsito, leia:

“O papel de um agente de trânsito não é só multar. Ou melhor, Agente de Trânsito não possui competência para multar. Já vi muita gente cometer essa falha técnica. É porque a multa, assim como a suspensão do direito de dirigir, a advertência por escrito, dentre outras, nada mais é do que uma PENALIDADE. Ora, penalidade só pode ser aplicada pela autoridade de trânsito, nunca por seus agentes. (Art. 256 do CTB). Agente de Trânsito não multa, porém, realiza uma tarefa muito importante que é a execução da fiscalização de trânsito, autuações e aplicação das medidas administrativas cabíveis, por infrações de circulação, estacionamento e parada previstas no CTB, no exercício regular do Poder de Polícia de Trânsito, desde que tenha prestado concurso público para esse cargo. Mas, a sua maior responsabilidade/atribuição é a de garantir a segurança e a fluidez do trânsito. O agente deve auxiliar os motoristas para evitar congestionamentos e acidentes, controlar os semáforos quando necessário, colaborar nas saídas das escolas (horários de pico), ajudar os idosos a atravessar a rua, etc. Deve ainda saber como agir em caso de acidentes e outras situações emergenciais que possam vir a ocorrer e prejudicar o fluxo normal e a segurança do trânsito. Porém, infelizmente não é isso que os “Agentes de Trânsito” do nosso município vêm fazendo. Eles estão mais preocupados em “guardar” os locais de estacionamento proibidos, não deixando ninguém se aproximar, do que com a fluidez do trânsito. Ontem, por exemplo, parei o meu veículo em frente ao Banco do Brasil para deixar um colega que trabalha lá e antes dele abrir a porta, se aproximou uma “Agente de Trânsito” com um bloco de papel na mão dizendo que eu não poderia parar naquele local. De imediato eu lhe respondi que eu não poderia ESTACIONAR naquele local, mas parar eu poderia sim. É que muita gente não sabe, mas quando a placa é de “proibido estacionar”, nada impede que o motorista faça uma PARADA = imobilização do veículo com a finalidade e pelo tempo estritamente necessário para efetuar embarque ou desembarque de passageiros. Mas provavelmente essa funcionária também não sabia. Convenhamos, tem muita gente que abusa, permanece parado, ou melhor, estacionado enquanto o passageiro se dirige ao autoatendimento. Esses sim devem ser autuados, porém, de acordo com o próprio CTB em seu Art. 90: Não serão aplicadas as sanções previstas neste Código por inobservância à sinalização quando esta for insuficiente ou incorreta. Se você for curioso e procurar na internet a Resolução do Contran que consta naquela placa em frente ao Banco do Brasil, perceberá que tal resolução foi revogada, ou seja, aquela sinalização de estacionamento regulamentado em tese, o estacionamento dos “carros-fortes” não tem validade alguma há mais de três anos. Mas para mostrar que eles não estão preocupados ou até mesmo preparados para assegurar a fluidez do trânsito no centro da cidade, hoje por volta das 10h, preso num congestionamento enorme já em frente ao Banco do Brasil, no sentido Posto Cidade, quando chego ao lado da Delícia do Trigo me deparo com esse pequeno reparo na via (foto), próximo ao viaduto, onde quem se dirigia no sentido Bela Vista tinha que esperar a boa vontade de algum motorista no sentido contrário parar e dar passagem. Essa deveria ser é a função do Agente de Trânsito, porém eles não estavam lá. O mesmo sempre acontece quando falta energia e os semáforos param de funcionar.”

FEIRA LIVRE DA VITÓRIA PODERÁ DEIXAR O CENTRO

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Nossa cidade desde os seus “primeiros passos” sempre foi um polo comercial importante. Foram: a Agricultura, a pecuária e sobretudo o comércio, a grande “locomotiva” do nosso desenvolvimento.

Ainda no início do século 18, mais precisamente em 1710, o vitoriense Pedro Ribeiro, juntamente com outras lideranças regionais, comandaram a famosa GUERRA DOS MASCATES, movimento nativista que teve também um forte ingrediente comercial.

Foi durante o século 19 que vitória consolido-se, em definitivo, como cidade pujante, ou seja, um grande polo comercial. A chegada da ESTRADA DE FERRO à nossa cidade em 1886, entre outras coisas, foi um claro atestado desenvolvimentista.

No século 20 a feira da Vitória além de se constituir como a principal fonte empregadora da cidade, tornou-se um patrimônio imaterial de todos os vitorienses, vir à Vitória sem que se visitasse a feira era mesmo que ir a Paris e não ver a Torre Eiffel.

O famoso Mercado de Farinha, hoje em ruínas, teve sua construção iniciada em 1913, fruto de fortes cobranças dos feirantes que não tinham um lugar adequado para negociar suas mercadorias, principalmente no período invernoso. Uma outra obra importante para o setor foi a do CIBRAZEM na década de 1960.

Mercado da CIBRAZEM – Calçamento da Praça da Bandeira – 1961 – Hoje toda essa área é invadida ilegalmente por prédios do comercio informal. Foto: José Augusto Ferrer Sim, Sim – Pedro Ferrer.

Muito bem, sem querer dá “nomes aos bois”, até porque nossa cidade já está careca de saber quais foram os verdadeiros prefeitos “construtores” desta BAGUNÇA E ESCULHAMBAÇÃO que aí está.

O quer fato é que a sociedade civil organizada não aguenta mais tanto descaso e abandono. A maioria das nossas autoridades fazem de conta que não sabem de nada e que a solução deste problema não É  COM ELES.

É importante sublinhar que a Feira da Vitória ainda continua sendo uma das mais importantes fontes empregadoras, e portanto, merece todo respeito dos poderes constituídos. Os feirantes TEM TODO DIREITO, ate porque são condutores deste que é um dos mais importante PATRIMÔNIO IMATERIAL do Povo Vitoriense.

Foto: Portal da Prefeitura da Vitória

Foto: Portal da Prefeitura da Vitória

Pois bem, ao longo destes últimos séculos o mundo mudou. As relações comerciais sofreram grandes transformações, hoje, por exemplo, podemos comprar com o chamando “dinheiro de plástico” sem ao menos sair de casa, ou seja, comprando através da internet, de pacotes turismo no outro lado mundo ou então uma pizza no restaurante,  localizado na mesma rua.

Diante disso tudo, e de tantos outros fatores, se faz necessário uma nova discussão na relação da sociedade no que diz respeito com este formato de feira, que diga-se de passagem,  com mais de DOIS SÉCULOS DE EXISTÊNCIA.

Recentemente tomei conhecimento que um grupo de moradores da Rua Estevão Cruz, juntamente com outros das Ruas Dias Cardoso e André Vidal de Negreiros, vem, DE FATO, desde 2010 (conforme documentação) provocando o poder público municipal nesta questão.

Diante de tanta indiferença dispensada pelos gestores municipais para com os cidadãos que estavam exercendo sua cidadania, até porque, a Constituição Brasileira, lhes garante o direito de IR e VIR, ingressaram formalmente no dia 23 de março de 2011 com uma DENÚNCIA NO MINISTÉRIO PÚBLICO local.

Após várias reuniões comandada pela Promotora de Justiça Vera Rejane Alves dos Santos Mendonça, onde contou com a participação dos moradores, autores da denúncia, feirantes, como também, representantes da Prefeitura, que durante as várias audiências foram sendo substituídos, ou seja, a cada audiência aparecia um representante diferente, muitas das vezes sem nenhuma autonomia.

Pois bem, em 28 de novembro de 2011 a referida promotora resolve:

“Instaurar o Procedimento de Investigação Preliminar, com a finalidade de apurar as responsabilidades para adoção das medidas legais para posterior instauração da Ação Civil Pública, assinatura de Termo de Ajustamento de Conduta ou Arquivamento das peças de informações.”

Portanto, amanhã (terça 04) as 11 horas, acontecerá nas dependências do Ministério Público de nossa Comarca uma audiência pública com representação de todos envolvidos no que diz respeito aos procedimentos referente a MUDANÇA DE LOCAL DA FEIRA DA VITÓRIA.

Maiores informações amanhã, após a referida AUDIÊNCIA PÚBLICA.

A desordem no centro comercial é uma constante.

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Em toda discussão SÉRIA sobre o trânsito em qualquer cidade do mundo, a questão da MOBILIDADE dos pedestres é ponto fundamental. O “X” da questão, está justamente na propagação da ideia que as pessoas devem usar menos o carro particular em detrimento o transporte público e/ou meios de transportes alternativos, como por exemplo, bicicleta. Independente de qualquer coisa, a principal mobilidade esta no ato de caminhar.

Muito bem, hoje (03) pela manhã, por volta das 10h nossas lentes flagraram na Rua Ambrósio Machado, mais precisamente em frente a Padaria Veneza, um caminhão da empresa RM estacionado, cujos funcionários da mesma, descarregava mercadorias. Como se não bastasse, já está infringindo a Lei Municipal, atinente ao Horário da Carga e Descarga, os mesmos estavam usando a calçada como se aqui tudo fosse permitido.

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Ora! Eu queria saber se esta mesma empresa (RM) descarrega mercadoria na Avenida Conde da Boa Vista, no Recife, no horário da sua conveniência? Alguém na Prefeitura  precisa chamar o FEITO À ORDEM.

Joaquim Lira – Foto: Blog da Politica Vitoriense

O Prefeito Elias Lira, há cada dia que passa, vem demonstrando total DESINTERESSE pelas questões administrativas básicas. Pelo andar da carruagem ele só vai acordar “para o serviço” quando for a hora, no seu entender, de começar a caminhar, para cima e para baixo com os seus candidatos a Deputado, que segundo comentários de gente próxima a ele, serão: André de Paula e o seu filho Joaquim (aquele que já disse várias vezes que detesta política e que por ele seu pai já tinha saído deste negócio).

Internauta, que pediu para não ser identificado, comenta sobre matéria de trânsito

Leia a matéria “Internauta questiona os serviços de fiscalização no trânsito da cidade“.

Essa foto é o de menos. Pois a cidade de Vitória encontra-se com um trânsito terrível. O prefeito pinta todo o meio fio de amarelo e como vamos saber onde podemos estacionar ou não? Uns podem, outros não… só sabemos que não pode quando chega a multa em casa?

Sou a favor de colocar fiscalização multando tudo de errado mesmo… mas pra isso a prefeitura tem que organizar e sinalizar todas as ruas adequadamente.

Vitória sempre foi um caos e sempre será. Principalmente em relação ao trânsito.

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E Elias quer lá saber de trânsito…

Foto: Site da Prefeitura Municipal de VItória

Foto: Site da Prefeitura Municipal de VItória

Passado uma semana daquele “parangolé” todo, promovido pela Agência de Trânsito juntamente com o Prefeito Elias Lira na Praça Duque de Caxias, ocasião está, que foi   apresentada a estrutura disponibilizada pela municipalidade no combate a BAGUNÇA E ESCULHAMBAÇÃO no trânsito da cidade, aparentemente pouca coisa mudou.

Com aquele “timinho” de pouco mais de uma dúzia de agentes, 03 motos e um Fiat Uno usado, o amigo Hildebrando não conseguiu avançar, ou seja, não saiu do canto. Já falei,  na última ocasião em que abordei o tema, que Elias Lira está pouco se lixando para o problema do trânsito na cidade.

Aliás, “fritar” os auxiliares no cargo é uma especialidade do Prefeito, o amigo Décio Filho já sentiu isso na pele, passou quatro anos “a pão e água” na questão do trânsito e depois ainda teve que engolir calado ver  o próprio Elias criar uma secretária executiva para fazer o que ele, como gestor, “não teve capacidade de fazer”.

Muito bem, independente de qualquer coisa, hoje (31) mesmo, nossas lentes flagraram várias irregularidades nesta questão. Por volta das 9h50 observamos várias motos e carro estacionados na vaga destinada, por lei, ao Carro Forte, em frente ao Banco Itaú.

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Por volta das 10h caminhões e vans estavam estacionados no Largo da Duque de Caxias, como se não existisse nenhuma determinação contrária.

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Por volta das 11:55 a Kombi da Guarda Municipal, agora já emplacada, estava estacionada no meio da rua, como se aqui os motoristas dos carros da Prefeitura não fossem obrigados a cumprir as regras destinadas a todos os motoristas.

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Já por volta das 12:54 o motorista do coletivo, com destino ao bairro do Cajueiro, teve que “suar” para manobrar o ônibus na Rua 15 de Novembro, pois vários carros estavam estacionados de maneira irregular sem ao menos se preocupar com os agentes da trânsito Municipal.

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Bem, como podemos observar na questão do trânsito não existe meio termo, ou se faz a coisa funcionar ou deixa tudo AVACAIADO como estava. O que é fato, e isso não é  brincadeira, é que o problema do trânsito, em Vitória, ou em qualquer outra cidade do mundo, não é um problema apenas de uma secretária é sim, um PROBLEMA DE GOVERNO. Alguém precisa dizer isso de VIVA VOZ ao “todo poderoso-chefão”.

Pelo o andor da carruagem Elias vai “sangrar” o amigo Hildebrando até ele pedir para sair, até por que, usar as pessoas nos cargos e depois rebaixa-las não é uma novidade na gestão do governo de todos, Iara e Selma já assistiram este filme bem de perto.

Elias Lira: o prefeito que mais abandonou praças na Vitória.

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Nossa cidade ocupa uma área de pouco mais de 370 km². Nunca tomei conhecimento de nenhum estudo nesta questão, mas é possível que, proporcionalmente ao seu território,  Vitória seja uma das cidades brasileiras, em relação a sua planta original, com mais praças.

Mesmo tendo sido habitada sem nenhum planejamento estratégico, ou seja, nossa cidade cresceu em cima dos caminhos, antes percorridos por pessoas e animais, suas ruas e contornos, se bem observados não refletem muita lógica para os dias de hoje, onde as demandas e situações são totalmente diferentes de pelo menos dois séculos atrás.

Pois bem, se levarmos em consideração à grande quantidade de loteamentos residenciais  lançados,  há várias décadas, onde os  espaços que  foram destinadas à construção de praças, hoje totalmente invadidas por edificações particulares, “doadas”, muitas das vezes, por quem de fato deveria preserva-la (políticos oportunistas) nossa cidade, na questão do lazer,  deveria ostentar um nível IDH (índice de desenvolvimento Humano) muito acima da média nordestina.

Como já falamos anteriormente, Vitória atualmente só possui duas praças – Matriz e Bela Vista –  em condições de oferecer acomodações seguras para as pessoas que delas fazem uso, principalmente crianças e idosos.

Sendo assim, mais uma vez denunciaremos o descaso com as praças na cidade, promovido pela “nova” gestão do Governo de Todos, comandada pelo Prefeito Elias Lira, desta feita, a Praça da Vez, é a Padre Feliz Barreto, localizada em frente a Igreja do Livramento onde o MATO ESTÁ DANDO NO MEIO DA CANELA. Sem deixar de observar, claro o sucateamento dos bancos. Sem sombra de dúvidas Elias entra para história da cidade como o Prefeito que mais abandonou praça em todos os tempos.

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Chuvas na Vitória: prevenção ZERO…

Foto: Regis do amedoim

Nossa cidade já sofreu pelo menos duas grandes inundações. A primeira em julho 1975 e a segunda em junho de 2005. Nos dois casos registrou-se precipitações pluviométricas  muito acima do normal –  julho de 1975 = 436mm e junho 2005  = 621,7 – chegando a marca recorde de 250mm só nos dias 2 e 3 de junho de 2005. Em ambos os casos, a cidade da  Vitória foi arrasada pela fúrias das águas.

Se observarmos bem a extensão da Avenida Mariana Amália, a mesma, tem o mesmo curso do antigo Riacho do Roncador, que depois veio a ser chamada de Bomba de Magalhães. Por falta de um planejamento sério na construção, nos últimos 50 anos, do nosso comércio, os lojistas do centro, vez por outra, mesmo sem grandes enchentes vem amargando prejuízos.

Foto: Acervo pessoal de Daniel Andrade

Foto: Acervo pessoal de Daniel Andrade

Apenas para citar um exemplo, que não entrou em praticamente nenhuma estatística, na chuvarada do sábado de Zé Pereira do carnaval 2012, vários comerciantes “começaram” a brincadeira momesca com mercadorias avariadas e equipamentos danificados. Conheço um fotógrafo que teve sua máquina, avaliada em mais de R$ 5.000,00, totalmente submersa, mesmo estando em cima da mesa dentro da seu estabelecimento comercial localizado na Rua 15 de novembro, ou seja, em pleno centro.

Pois bem, com as graças de Deus e a proteção do Glorioso Santo Antão este ano de 2013, por enquanto, as chuvas só chegaram devagar. Apesar da benevolência de São José, mais um vez constatamos que os gestores atuais de nossa cidade não procuraram fazer o “dever de casa” para tentar minimizar os efeitos das chuvas.

Ontem (28), por exemplo, constatamos em vários pontos da cidade, apesar da pouca intensidade pluviométrica, águas empossadas sem ter por onde escoar, dando assim, um claro testemunho que o Prefeito Elias Lira não teve a MÍNIMA preocupação sequer de mandar desentupir as tampas das galerias.

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viadutoMesmo depois de algumas horas sem chover as águas na Rua Agamenon Magalhães, próximo a casa de Seu Elmo Cândido, continuavam infernizando a vida da população.

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Sai prefeito, entra prefeito, fica prefeito e esses sujeitos não estão nem aí para a cidade, muito menos para a população. A Prefeitura da Vitória, comandada pela “nova” gestão do Governo de Todos continua sem o menor planejamento estratégico no que diz respeito aos problemas básicos da cidade. É lamentável.

De buraco à cratera…

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Recebemos denuncia de moradores da Rua Presidente Castelo Branco, localizada no bairro do Pinga Fogo, onde os mesmo reclamam de uma verdadeira cratera na referida via. Ainda segundo moradores, o buraco está próximo de fazer aniversário e só faz aumentar.

O pessoal da comunidade já colocou algumas madeiras para sinalizar o perigo, pois até agora, segundo os moradores que entraram em contato conosco, a Prefeitura NÃO DEU O AR DA GRAÇA.